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Domingo de Ramos - Seguir um Messias pobre e humilde

December 28, 2008

Dizei à filha de Sião: Eis que o teu rei vem a ti, manso e montado num jumento, num jumentinho, num potro de jumenta.

 

Hoje cumpre-se esta Palavra: Jesus entra em Jerusalém, a Cidade de Davi e, portanto, Cidade do Messias. Ele entra e é saudado como o Messias Filho de Davi prometido pelas Escrituras de Israel. No santo Messias Deus restauraria o seu povo, selaria com ele uma Aliança nova e eterna. No Messias, segundo as esperanças de Israel, todas as promessas de bênçãos de Deus para Israel haveriam de cumprir-se. Agora, Jesus entra em Jerusalém...

A partir do Monte das Oliveiras, pertinho da Cidade, as pessoas começam a saudá-lo. Jerusalém começava a ficar coalhada de povo, pois dali a seis dias seria a Páscoa judaica. Jesus também chegou para a Páscoa, que será a sua Páscoa, sua Hora de fazer “páscoa” deste mundo para o Pai, atravessando o tremendo mar da Morte.

Jesus entra na Cidade Santa. Mas, não entra a cavalo – cavalo forte, potente, alto, das guerras, dos reis, dos desfiles militares, das mostras de poder e força, prestígio e riqueza. Ele entra num jumentinho, potro de jumenta: animal baixo, duro, de trabalho, dos servos... Eis o tipo de messias que Jesus é, eis como se apresenta! Hoje, portanto, de certo modo, é festa de Cristo-Rei: seu trono será a cruz, sua coroa, os espinhos, seu manto, uma capa de soldado, seu cetro uma cana...

O povo judeu o aclama. Diz a Escritura: “A multidão estendeu suas vestes pelo caminho, enquanto outros cortavam ramos das árvores, e os espalhavam pelo caminho...” Mas, esta multidão ainda não havia compreendido totalmente quem era Jesus: “Este é o profeta Jesus, de Nazaré na Galiléia”. É pouco, muito pouco! “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo! Rabi, tu és o Filho de Deus, tu és o Rei de Israel!”

Hoje, por toda a terra, os cristãos vão em procissão com ramos nas mãos... Proclamamos, assim, que cremos que Jesus é o Cristo-Messias esperado por Israel; proclamamos que desejamos segui-lo na estrada da vida até a Jerusalém celeste. Mas, já sabemos que tipo estranho de Messias ele é: pobre, humilde, servo... morrerá na cruz... Estamos mesmo dispostos a segui-lo?

Os ramos abençoados hoje devem ser levados para nossas casas. Durante todo o ano, quando vierem as provações tão próprias da nossa humana existência, queremos olhar esse ramo e dizer: “Tu és o Messias, Jesus! Servo, homem de dores, crucificado e morto... Eu creio em ti, e te sigo na minha dor, na minha tristeza, no meu pranto. Sofrendo contigo, espero reinar contigo; morrendo contigo, contigo espero viver! Jesus-Messias, Filho de Davi, tem piedade de mim pecador!”

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