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Algumas notas sobre a Virgindade de Maria

January 24, 2010

Recentemente uma reportagem do Fantástico, quis insinuar que a Virgem Maria teve outros filhos. Bobagem pura! Nada na Escritura permite afirmar que Jesus tenha tido irmãos de pai e mãe. "Irmãos", na cultura semita indica os mais variados graus de parentescos (cf. Gn 13,8, 29,12.15; 31,23; 1Cr 23,21-23). Eis ainda algumas observações:

(1) Os evangelhos nunca dizem que os irmãos de Jesus são filhos de Maria. Se Maria tivesse outros filhos, por que Jesus a deixou com João, filho de Zebedeu, por ocasião da sua morte?

(2) Quando o evangelho afirma que Jesus era o primogênito, é para enfatizar que ele herdou todos os direitos da primogenitura, sobretudo o título real de Davi e é consagrado a Deus (cf. 2,22-24).

(3) Quando São Mateus afirma que José "não a conheceu até o dia em que ela deu à luz um filho" (1,25), não quer afirmar que depois de ter dado à luz, a conheceu. Em grego "até que" não indica que "depois que" a situação mudou. Por exemplo: São Paulo, em 1Cor 15,25 afirma sobre Cristo que "é preciso que ele reine até que tenha posto todos os inimigos debaixo de seus pés". Ora, isso não significa que depois que tiver colocado os inimigos debaixo dos pés, deixará de reinar!

(4) O mais importante: a Tradição constante da Igreja, seja no Ocidente seja no Oriente, garante que Maria é Virgem antes, durante e depois do parto! Recordo, comovido, uma palavra de São Basílio Magno, no século IV, que afirmava repugnar ao povo cristão, pensar que a Virgem tenha perdido a virgindade por ocasião do seu parto. Esta é a fé da Igreja: Maria é sempre virgem: antes, durante e depois do parto!

Tenhamos cuidado com uma imprensa superficial e sensacionalista, sem nenhum compromisso com a fé. Basta lembrar dos últimos ataques a Cristo e à sua Igreja: Código Da Vinci, A Última Tentação de Cristo, reportagens da Record do Edir Macedo sobre o Opus Dei, a ênfase desequilibrada a respeito de escândalos de um ou outro padre infiel ao seu celibato, a sórdida campanha contra o então Cardeal Ratzinger, hoje Bento XVI, que a bondade de Deus colocou à frente da sua Igreja, a difamação do Papa na Hebe Camargo, a campanha contra a Igreja na questão das células-tronco embrionárias, etc.

Católicos, não sejamos bobos! Os tempos são maus! O mundo nunca aceitará Cristo e a sua Igreja!

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