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Só a letra do Concílio revela o verdadeiro espírito do Concílio

November 24, 2010

Caro Internauta, veja só o que apareceu em www.acidigital. Quem estuda teologia, compreenderá direitinho essa questão toda. O Bispo Dom Marchetto está certíssimo. Todos sabem que, em nome de um tal de espírito do Concílio” muita gente inventou seu próprio conciliozinho... Basta ver a situação da Liturgia...

 

O Secretário do Pontifício Conselho para a Pastoral dos Migrantes e Itinerantes, Dom Agostino Marchetto, assinalou que o Concílio Vaticano II é uma "síntese entre a tradição e a renovação"; e não está aberto a interpretações livres, como afirma a chamada Escola de Bologna iniciada pelo Giuseppe Alberigo.

"O Concílio Vaticano II foi um grande evento, síntese entre a tradição e a renovação que não é uma ruptura com o passado, na criação de uma nova Igreja", afirmou o Prelado em Ancona, durante um encontro sobre a Igreja Católica no século XX, nesta localidade.

Para o Prelado, os membros da Escola de Bologna "tiveram êxito, com a riqueza de meios, o industrial de suas operações e suas muitas amizades, monopolizando e impondo uma interpretação" do Concílio Vaticano II que hoje "ganhou o mundo" opondo João XXIII a Paulo VI até imaginar "uma revolução copernicana, um passo ... para outro catolicismo".

Dom Marchetto disse em seguida que Alberigo propunha uma sorte de democratização da Igreja afirmando que "a hegemonia do sistema institucional sobre a vida cristã... havia meio doido o ápice com a qualificação dogmática do primado e a infalibilidade magisterial do Bispo de Roma". "Em vez disso são a fé, a comunhão e a disponibilidade ao serviço que fazem a Igreja", precisou o Prelado italiano, quem por sua parte propõe a "identidade em evolução" e a "fidelidade na renovação".

O Secretário do Pontifício Conselho para a Pastoral dos Migrantes e Itinerantes insistiu em seguida a ler o discurso do Papa Bento XVI à cúria vaticano de 22 de dezembro de 2005, no que falava da interpretação que os meios de comunicação têm como favorita sobre a "ruptura da Igreja" originada com o Concílio. Em dita conferência, o Santo Padre recordava que a exata interpretação do Concílio "sempre foi visível e silenciosamente" mais forte.

 

A Escola de Bolonha

 

Giuseppe Alberigo, professor de história da Igreja da Universidade de Bologna (Itália), publicou entre 1995 e 2001 e cinco volumes em sete idiomas sobre a História da Igreja, em que dá conta do Concílio Vaticano II. Alberigo segue em suas teorias, plasmadas nestes volumes, ao Pe. Giuseppe Dossetti (1913-1996), especialista de confiança do Cardeal Giacomo Lercaro, um dos quatro cardeais moderadores que presidiam a cúpula eclesiástica.

Alberigo, seguindo ao Dossetti, é um dos principais promotores da idéia de que o Concílio é "acima de tudo um novo Pentecostes" - aberto às interpretações mais díspares e inclusive arbitrárias - mais que um conjunto de documentos"; uma "novidade" que supostamente estaria representada pelo Papa João XXIII; enquanto que - sempre segundo esta interpretação unilateral e equivocada - o Papa Paulo VI e seus sucessores simbolizam a "traição" a este espírito.

Este "espírito" ficaria aberto, segundo esta escola, a qualquer interpretação subjetiva da Igreja, e teria como supostos "inimigos" o Papa Paulo VI, seus sucessores e, no fim das contas, todo aquele que historicamente deseje aplicar a verdadeira reforma conciliar, fiel aos documentos conciliares.

 

Observação minha: Assim, caro Leitor, cuidado com os que enchem a boca para falarem em “espírito do concílio”. Procure ler os documentos conciliares: é na letra deles que se encontra o verdadeiro espírito do Vaticano II. Tem sido assim com todos os concílios. O resto é cortina de fumaça para esconder o que os Padres conciliares quiseram, de fato, ensinar...

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