Uma multidão apascentada pelo Cordeiro

João, no Apocalipse, coloca-nos diante do Ressuscitado!

Ante ele, uma multidão vestida de branco - o branco da veste batismal -, vinda da grande tribulação desta vida... Uma multidão que alvejou

sua veste – tanta vez suja no caminho desta nossa existência – no sangue do Cordeiro. É impressionante: um sangue que alveja (era de se esperar um sangue que encardisse...). “

Esses (com vestes alvas e palmas de vitória nas mãos) são os que vieram da grande tribulação. Lavaram e alvejaram as suas roupas no sangue do Cordeiro”. Que beleza! Que grandeza! O Cordeiro que é Pastor e tem outras ovelhas que não são do aprisco do Israel segundo a carne (“Tenho outras ovelhas que não são deste rebanho...”) salva “uma multidão imensa de gente de todas as nações, tribos, povos e línguas, e que ninguém podia contar”...

E o Cordeiro será o Pastor dessa multidão para sempre e a levará para repousar na Tenda de Deus, e suas ovelhas “nunca mais terão fome, nem sede, nem as molestará o sol, nem nenhum calor ardente. Porque o Cordeiro será seu Pastor e as conduzirá às fontes da água da vida. E Deus enxugará as lagrimas de seus olhos”.

Esta estupenda perícope nos mostra onde vai dar o caminho do Pastor: no aprisco do coração do Pai, onde seremos saciados para sempre, onde repousaremos em paz, onde todas as nossas saudades serão aquietadas e todas as nossas carências, supridas!

Sigamos o Pastor! Escutemos a voz do Belo Pastor! E que nele tenhamos a vida em abundância! Amém!

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