Meditação XVII - terça-feira da III semana da Quaresma

Reze o Salmo 118/119,129-136 Releia, agora, Gl 3,8-29 1. Em todos estes versículos, nas várias meditações que aqui foram apresentadas até agora, vimos a preocupação do Apóstolo de colocar a Lei de Moisés não como algo absoluto, mas como uma realidade relativa a algo maior, no interior de algo maior e mais fundamental! De fato, para um judeu, a Lei é o centro, é a própria fonte da Vida, a Lei para na Lei, basta a Lei! E a Lei, para o israelita mais estrito é, sobretudo, preceitos. Para um cristão, para o Apóstolo, a Lei é um instrumento santo dado por Deus ao Seu Povo, para ajudá-lo no caminho da realização da Promessa: a salvação de toda a humanidade (cf. Gn 12,3) através da fé no Descendente de Abraão, que daria a todos os que cressem a efusão do Seu Espírito (cf. Gl 3,8-15). 2. Pense bem: esta é a diferença central entre judaísmo e cristianismo e, por isso, os dois são tão próximos e tão inconciliáveis! Para um cristão, seria uma insensatez voltar à Lei de Moisés (cf. Gl 3,1). Do mesmo modo, é insensatez para um cristão retomar práticas o Antigo Testamento: óleo da