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“Todavia, a mão de quem Me vai entregar está Comigo, nesta mesa. Sim, o Filho do Homem vai morrer, como está determinado. Mas, mas ai daquele homem por meio de quem Ele é entregue”. Então, os apóstolos começaram a perguntar uns aos outros qual deles haveria de fazer tal coisa (Lc 22,21-23).

 

Que revelação tão surpreendente: um dos discípulos, um de nós, que comemos à Mesa do Senhor, que a cada Domingo partilhamos a Sua santa Eucaristia...

Caro Irmão, quem dentre nós pode dizer que nunca negou o Senhor, que nunca O traiu, que nunca Lhe faltou? Um de nós...

 

Que o mundo odeie e fustigue o Senhor, nós já o sabemos – basta ver o tanto de maldade contra a Igreja, sua doutrina, sua reta Tradição apostólica, contra a verdade católica que ela traz e trará sempre no seu DNA! Mas, somos nós, Seus discípulos, às vezes mesmo pastores da Sua Igreja, que tanta vez O traímos com nosso pecado, com nossa infidelidade, com nossa incoerência, com nossa pouca generosidade em corresponder ao Seu amor!

 

O Filho do Homem (frágil como todo filho de Adão, mas também misterioso e grande como aquele Filho do Homem anunciado por Daniel como Juiz dos últimos tempos) – o Filho do Homem vai morrer, pois está misteriosamente determinado pelo Pai. Mas, isto em nada tira a responsabilidade humana: a de Judas, a minha, a sua... Ai daquele por quem o Filho do Homem for entregue! Ai de mim, pelos meus pecados! Ai de mim por minhas infidelidades e omissões! Ai de mim, que a providência do Senhor Deus que tudo dirige em nada fere ou diminui a minha liberdade e minha responsabilidade!

 

Senhor Jesus, Salvador nosso! Nem preciso Te perguntar! Eu sei que sou eu, sei que Te entrego tantas vezes com meu pecado!

Ajuda-me, ó Redentor, para que eu não Te entregue como Judas, não Te renegue como Pedro, não fuja como os Doze, mas, como o Bom Ladrão, diga: Jesus, lembra-Te de mim quando vieres no Teu Reino!

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