A Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo Lucas - XVII

Um dos malfeitores crucificados O insultava, dizendo: “Tu não és o Cristo? Salva-Te a Ti mesmo e a nós!” Mas o outro o repreendeu, dizendo: “Nem sequer temes a Deus, Tu que sofres a mesma condenação? Para nós, é justo, porque estamos recebendo o que merecemos; mas Ele não fez nada de mal”. E acrescentou: “Jesus, lembra-Te de mim, quando entrares no Teu Reinado”. Jesus lhe respondeu: “Em verdade Eu te digo: ainda hoje estarás Comigo no Paraíso” (Lc 23,39-43).

Ladrão esperto, que rouba até a última hora: rouba o Coração de Cristo, rouba o Reino dos Céus! Primeiro, reconhece-se pecador: não procura mascarar seu crime. Sabe que Jesus é inocente, reconhece que Jesus não fez nada de mal. Depois, confessa seu pecado: “Estamos recebendo o que merecemos!” E, exatamente da consciência do próprio pecado, nasce o bendito e humilde pedido de misericórdia: “Jesus, lembra-Te de mim, quando entrares no Teu Reinado”. Escuta, então, as palavras mais consoladoras que alguém poderia ouvir na hora da morte: “Ainda hoje estarás Comigo no Paraíso!” Hoje estarás Comigo e, onde Eu estiver, aí está o teu paraíso, a alegria sem fim! Estar com Jesus, Dele não se separar nem na vida nem na morte: eis a maior esperança e a maior honra para o cristão!

– Senhor, que na hora de minha morte, naquela hora tremenda, de solidão total, eu possa também ouvir estas palavras: “Ainda hoje, estarás Comigo, pois que nem a vida nem a morte podem separar-te do Meu amor!” Mas, para isso, eu Te peço humildemente: “Jesus, lembra-Te de mim quando vieres no Teu Reino!”

Nós Vos adoramos, Santíssimo Senhor Jesus Cristo, e Vos bendizemos, porque pela Vossa santa Cruz remistes o mundo!

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